Companhia 

Teatro da Transformação

Rainha Sou EU


Estreia 11 set. | 20h | Auditório Adães Bermudes em Alcobaça

Gratuito

As mulheres, até Rainhas e Santas, em todas as épocas foram obrigadas a "contornar" obstáculos. Chegados ao século XXI e as mulheres continuam condicionadas pela sua pertença ao género feminino. Vivem em torno de constrangimentos e preconceitos impostos pela sociedade onde se inserem. Estes preconceitos são causa e consequência de uma ditadura de género que determina formas de ser e de estar diferentes a mulheres e a homens. A desigualdade começa no preconceito.

Rainha Sou EU é realizado por mulheres da comunidade que se inspiram nas próprias vidas para refletir nas mulheres deste século, na violência contra as mulheres que é um obstáculo à concretização da igualdade entre mulheres e homens, violando gravemente os direitos da pessoa humana e as suas liberdades fundamentais. O Teatro da Transformação é voz contra a violência contra as mulheres, sem ser contra os homens. O Teatro da Transformação acredita na transformação da sociedade através da erradicação de preconceitos, que permitam a TODOS (homens e mulheres) ser verdadeiramente LIVRES.

Rainha Sou EU é o resultado artístico de muitos debates, descobertas, preconceitos, lutas e muito amor que nós mulheres ainda, infelizmente, precisamos de trazer à luz para que haja a transformação e possamos viver livres como qualquer outra pessoa.

O Teatro da Transformação destaca-se pelo processo da criação artística. Processo esse focado na comunidade, no respeito pelas pessoas, as suas ideias, as suas facilidades e dificuldades, mas principalmente nas suas histórias.

Filipa Luís

Isabel Bernardo

Isabel Granada

Sandra Van Kessel

Telma Henriques

ELAS


Cine-Teatro de Alcobaça, João D'Oliva Monteiro

21 de novembro de 2020

Sagrado Mundo Feminino é um projeto de vários anos criado por Mulheres de Alcobaça. Um lugar onde se pode falar de preconceitos, de amor, de dor, das frustrações e acima de tudo um espaço onde se pode brincar, rir e ser feliz.

Elas tornaram-se companheiras de vida e ficaram ainda mais compreensivas com o outro, descobrindo que todos podemos ser vítimas e agressores em algum momento da vida e que o amor e a compaixão são ferramentas ótimas para utilizar sempre.

A autoestima, o amor-próprio e a confiança são essenciais para permitir ser-se quem se é, só assim é possível viver expressando e realizando o real potencial que cada mulher tem e merece. Esta peça é o fim deste bonito ciclo sobre Elas.

Ficha Técnica:

Produção - Teatro da Transformação

Encenação - Diana Bernardes

Interpretes - Isabel Granada, Isabel Bernardo, Telma Henriques, Filipa Luís, Mary Bento

Preço: 5€ | M/16 | Duração: 45min


Quem São Elas? 


Comemorações dos 40 anos da obra literária de António Mota. "Fomos inspiradas pelas histórias de outras pessoas retratadas "No meio do nada" por António Mota. O nosso imaginário cresceu a partir das mesmas. Elas são eu? Eu sou elas? O que me diferencia de outra pessoa? Estaremos todos unidas numa teia invisível? Há coisas importantes a saber, verdade? ... Às vezes queremos saber as respostas, outras vezes.... queremos fugir delas." 


Encenação: Diana Bernardes 

Interpretado por: Isabel Granada; Cristela Francisco; Telma Henriques; Carina Pereira; Mary Dolores; Filipa Luís; Isabel Bernardo.


Agora é que São Elas


"Quando as luzes se apagam, elas sobem ao palco... mas elas sobem ao palco, mesmo quando as luzes não se apagam. Fazem-no pelo desafio e partilha de sentimentos que exteriorizam nos papéis que desempenham no palco e fora dele, no teatro da vida.

Mulheres como Carina Pereira, Céu Cerqueira, Cristela Francisco, Dalila Vicente, Filipa Luís, Isabel Bernardo, Mary Bento, Sandra Van Kessel e Susana Horta. Nesta última peça, "Agora é que são elas", que irão apresentar a 25 e 26 de outubro, representam experiências pessoais, "inspiradas no livro de Clarice Linspector", explica Diana Bernardes."

Jornal Alcoa

COMEÇA TUDO NELAS!

Mulheres confiantes, misteriosas, bonitas, seguras, desafiadoras, especiais e encantadoras vão apresentar pura e simplesmente um bocadinho do que são, do que pensam e do que sentem, que nem sempre é aceite por todos, num palco pequeno e intimista. Durante seis meses, uma vez por semana, inspiradas pelos livros "Mulheres que Correm com os Lobo" de Clarissa Pinkola Estés e "Mulheres que amam demais" de Robin Norwood, estas mulheres reuniram-se e trabalharam, sobre o Sagrado Mundo Feminino e este espetáculo é o resultado desses poderosos encontros. 

Conceito, coordenação e direção artística - Diana Bernardes 

Elenco: Carina Pereira, Céu Cerqueira, Cristela Francisco, Isabel Bernardo, Jaqueline Simão Pereira e Susana Horta Apoio: Catarina Faria, Dalila Vicente, Fátima Sousa e Sónia Honório